
Para que serve o eletroencefalograma?
O eletroencefalograma (EEG) é um exame que registra a atividade elétrica cerebral, ajudando a identificar alterações no funcionamento do cérebro. Ele é fundamental no diagnóstico e acompanhamento de epilepsia, distúrbios do sono, encefalopatias, tumores cerebrais e outros problemas neurológicos.
Que alterações podem ser detectadas durante o procedimento?
O EEG pode revelar descargas elétricas anormais, padrões compatíveis com crises epilépticas, lentificação da atividade cerebral e alterações provocadas por tumores, traumatismos, infecções ou doenças degenerativas. Também pode auxiliar na investigação de casos de perda de consciência ou confusão mental.
Quando o médico recomenda o eletroencefalograma?
O exame é indicado para pacientes com suspeita de epilepsia, convulsões, desmaios de causa desconhecida, alterações de comportamento súbitas, distúrbios do sono, sequelas neurológicas ou em avaliações pré e pós-cirúrgicas no sistema nervoso central.
Com que frequência o exame deve ser repetido?
A frequência depende da condição clínica. Em alguns casos, basta uma única avaliação diagnóstica; em outros, especialmente no acompanhamento de epilepsia ou doenças crônicas, o EEG pode ser repetido periodicamente para monitorar a evolução ou resposta ao tratamento.
Como é realizado o eletroencefalograma?
O paciente permanece sentado ou deitado enquanto pequenos eletrodos são fixados no couro cabeludo com um gel condutor. O aparelho capta a atividade elétrica cerebral e a registra em um gráfico. Em alguns casos, o exame pode incluir estímulos luminosos, sonoros ou períodos de respiração profunda para avaliar respostas do cérebro.
Quais cuidados são necessários antes e depois do exame?
É importante lavar o cabelo no dia do exame, evitando cremes, óleos ou sprays para facilitar a fixação dos eletrodos. O exame é indolor e não invasivo. Após sua realização, o paciente pode retomar suas atividades normalmente, salvo orientações específicas do médico.
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